Editora: O Quinto SeloPáginas: 255
Categoria: Romance
"Jack e Molly Campbell têm uma vida feliz com o filho adoptado de 4 anos, Joey. Até que um dia a assistente social informa-os de que o pai biológico de Joey saiu da prisão e quer ter uma nova vida com o filho que não sabia ter...
Um drama familiar intenso e actual, que incide sobre a oposição que pode surgir entre a justiça e os verdadeiros interesses de uma criança, levando-nos a ponderar tomar decisões nunca antes pensadas."
Descobri esta autora há bastante tempo, em conversa com uma amiga e quando li "Mil Amanhãs", senti-me profundamente emocionada com a história e encantada com a escrita. Foi um dos livros que mais me marcou em 2008 (obrigada, K.) e hei-de adquiri-lo para a minha biblioteca pessoal.
Quanto a este "Uma Vida Quase Perfeita", de novo uma escrita excelente, carregada de sentimento e emoção que nos põe em completa sintonia com as personagens principais e nos faz viver intensamente os dilemas morais que vão enfrentando.
No final, fiquei na dúvida se se trataria de uma belíssima história de amor ou de fé... Acho que estas duas coisas se conjugam na perfeição ao longo da história, enquanto somos encantados pela candura com que uma criança descobre Deus e sofremos a par com aquelas mães e pai, seguindo por caminhos mais ou menos tortuosos e cheios de dor de parte a parte, até descobrirem o bem maior, a esperança e, essencialmente, a paz de espírito.
Fiquei agora curiosíssima com a adaptação cinematográfica, que pelo que vi, até já foi premiada em festivais de cinema.









