Editora: Porto EditoraPáginas: 360
Categoria: Policial/Thriller
"Ela é bela. Ela é brilhante. Ela é uma assassina.
Após dez anos no encalço de Gretchen Lowell, o detective Archie Sheridan é raptado e torturado durante dez dias pela lindíssima serial killer. Mas, no final, ela decide, misteriosamente, libertá-lo e entregar-se às autoridades.Gretchen é condenada a prisão perpétua, enquanto Archie é condenado a outro tipo de prisão: viciado em vários medicamentos, não é capaz de regressar à sua antiga vida e não consegue esquecer aqueles dez dias de tortura... nem Gretchen. Quando outro assassino começa a raptar e assassinar raparigas adolescentes de Portland, Archie é convidado a voltar ao activo e a liderar a equipa que vai investigar os crimes recentes. A nova investigação dará início a um jogo mortal entre Archie, o novo assassino e... Gretchen Lowell."
Mais uma vez passou-me pelas mãos um livro em relação ao qual estava muito curiosa, por dois motivos: primeiro, porque já tinha lido críticas bastante favoráveis na blogosfera e, segundo, porque me estava a apetecer "fugir" aos romances e literatura cor-de-rosa.Sem ser um livro com um ritmo alucinante e de leitura compulsiva, a história passada e presente de Archie com Gretchen, consegue prender-nos. Os capítulos onde são feitos os "flashbacks" do cativeiro são os mais intensos e funcionam como um íman que nos prende a cada passo ao resto do livro.Gostei bastante da escrita e das personagens centrais (o retrato psicológico de Archie está muito bem construído). No entanto, achei o final uma desilusão, muito morno para o meu gosto.








