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| (Do lat. redivívu-, «que revive; restaurado»)
fonte: Diciopédia
via: Círculo de Sangue, Jérôme Delafosse
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Redivivo
28 fevereiro 2013
Dois Anos e Uma Eternidade, Karen Kingsbury
21 fevereiro 2013
Molly Allen vive sozinha em Portland. Na memória guarda os momentos felizes que viveu na livraria A Ponte — a mais antiga livraria no centro histórico de Franklin, com um homem que deixou para trás cinco anos antes. O amor que os uniu era de uma espécie rara, arrebatadora, que ela não voltou a encontrar desde então.Não fosse ter lido há uns anos os outros dois livros desta autora publicados por cá (Mil Amanhãs e Uma Vida Quase Perfeita), talvez este novo lançamento da TopSeller me passasse ao lado, mas, como tinha adorado os dois livros que lera anteriormente, este não me passou despercebido.
Ryan Kelly é músico e vive em Nashville. Depois de um noivado falhado e de vários anos em digressão, também ele tem dificuldade em reencontrar a felicidade. Por vezes, quando se sente mais solitário, regressa à livraria e recorda as horas que partilhou secretamente com Molly.
Charlie e Donna Barton são os donos da livraria A ponte, e durante quatro décadas partilharam com os clientes o amor pela leitura. Mas quando a cidade é atingida pelas cheias, Charlie entra em desespero. Sente-se prestes a perder as duas paixões da sua vida: a livraria, que construiu e acarinhou ao longo dos anos, e a mulher, Donna, que não mais conseguirá sustentar. Quando a tragédia acontece, leva a um reencontro inesperado entre Molly e Ryan.
Com uma livraria no centro de toda a narrativa, a história vai-se desenrolando de forma previsível, mas mesmo assim cativante. Através das perspectivas das várias personagens, vamos acompanhando essencialmente quatro pessoas (dois casais) que têm como "ponte" entre si os livros e, mais especificamente, a livraria A Ponte.
Jane Eyre de Charlotte Brontë é a obra referida várias vezes ao longo desta história e que tem um papel fulcral em momentos chave.
Apesar de ter gostado, senti que a meio a história ia perdendo o fulgor, ganhando novo ritmo nos capítulos finais, acabando por demonstrar como os livros, um livreiro e pequenos gestos podem mudar vidas para sempre.
Com êxito internacional mais do que firmado, Karen Kingsbury é uma ótima aposta da TopSeller a nível de romance, apelando às almas mais românticas que procurem um livro enternecedor, sereno e cor-de-rosa, cheio de esperança no Deus das segundas oportunidades...
Booktailors - Vales de formação [Divulgação]
18 fevereiro 2013
Porque cada vez é mais importante aprendermos mais e valorizarmo-nos profissional e pessoalmente com novas vivências e novos conhecimentos, acho importante divulgar e estar atento ao tipo de iniciativas e cursos que são disponibilizados por diversas instituições pelo país fora, nomeadamente pela Booktailors.
Com cursos em Lisboa e Porto, a Booktailors apresenta um leque de cursos que podem apelar aos apaixonados por livros nas suas mais variadas vertentes.
Agora, há ainda a possibilidade de oferta de um vale de formação que permite a inscrição em qualquer curso em Lisboa ou Porto. Uma prenda útil e enriquecedora.
Para mais informações, podem contactar a Booktailors em formacao@booktailors.com
Podem ainda pesquisar os cursos clicando na imagem abaixo...
Carta à Minha Filha, Maya Angelou
17 fevereiro 2013
Dedicado à filha que nunca teve, Carta À Minha Filha mostra o percurso de Maya Angelou até alcançar uma vida boa e com sentido. Escrito no seu estilo inimitável, este livro está acima de qualquer género ou categoria: é ao mesmo tempo um livro de pequenas histórias, um livro de memórias, mas também um livro de poesia - e é um prazer absoluto.A sinopse diz tudo, ou quase tudo, sobre este pequeno livrinho que me proporcionou algumas horas de uma leitura serena e tranquila, embalada pela voz da autora, como se Maya Angelou estivesse mesmo ali, a falar-me da sua vida e das pequenas grandes lições que foi aprendendo ao longo de vários episódios e que quer partilhar com todas as suas "filhas".
Em pequenos e fascinantes textos, Maya Angelou permite-nos vislumbrar alguns aspectos da vida tumultuosa que a levou à posição cimeira que ocupa nas letras americanas e lhe ensinou lições de solidariedade e de força: a sua educação por uma avó insubmissa no ambiente de segregação racial do Arkansas, a sua vida a partir dos treze anos com a mãe, uma pessoa muito mais mundana e menos religiosa, até se transformar numa adolescente meio desajeitada, cuja primeira experiência de sexo sem amor a deixou, paradoxalmente, com a sua maior dádiva, um filho.
Maya Angelou escreve do coração para milhões de mulheres que considera fazerem parte da sua família. Como sempre acontece com as suas obras, Carta À Minha Filha é um livro que encanta e ensina. É um livro para estimar, saborear, ler várias vezes e partilhar.
Trata-se não só de uma história de vida, mas também de um pequeno livro de instruções para a vida. Pequenos textos escritos de uma forma intimista e sem floreados, mas com candura e algum humor, que transmitem bem a voz e as vivências da autora e que permanecem muito além da última página...
"A minha alma irá sempre olhar para trás e admirar-se com as montanhas que subi, os rios que atravessei e os desafios que ainda tenho pela frente. Fico mais forte por saber isso. (...)
Sou uma ave enorme que sobrevoa altas montanhas e vales serenos. Sou uma sucessão de ondas num mar de prata. Sou uma pequena folha surgida na Primavera, trémula pelo entusiasmo de saber que vai crescer em toda a sua plenitude. (...)"
As palavras...
16 fevereiro 2013
"Há muito que se perdeu a noção de que as palavras têm honra. (...) As palavras possuem cores secretas, odores subtis, densidades ignoradas. (...) Pessoalmente, tento limpar o reiterado registo da aldrabice e da
ignorância com a releitura dos nossos clássicos. Recomendo o paliativo."
Baptista-Bastos
lido aqui
"Paperman" [Disney]
14 fevereiro 2013
Porque é adorável,
porque é candidato ao Óscar de Melhor Curta-Metragem de Animação
e porque hoje é...
Boa pergunta...
13 fevereiro 2013
"Se alguém te desse um livro, começasses a lê-lo
e percebesses que era um livro sobre toda a tua vida,
lerias até ao fim?"
BiblioFilme [A Janela Secreta]
12 fevereiro 2013
Desta vez, um filme para os fãs de Stephen King e Johnny Depp, onde me incluo. Um filme baseado numa obra literária e sobre um escritor problemático e uma estranha acusação de plágio.
O filme "A Janela Secreta" (2004) baseia-se no conto "Janela Secreta, Jardim Secreto", editado por cá na compilação "Meia-Noite e Dois", a primeira parte de um conjunto de quatro contos (a segunda parte é "Meia-Noite e Quatro") de Stephen King.
Vi este filme logo que saiu, no cinema, e já o revi várias vezes. Johnny Depp e Turturro estão muito bem. A história não é totalmente surpreendente, mas está muito bem conseguida, mesmo ao estilo de Stephen King.
Sylvia Plath - 50 anos depois...
11 fevereiro 2013
Dela, li há uns anos "A Câmpanula de Vidro" e foi quanto bastou para me ficar para sempre gravada como um nome incontornável das letras... No iOnline há mais para ler sobre Sylvia Plath.
Imperdoável, Patricia MacDonald
07 fevereiro 2013
Maggie tentou esquecer. O corpo do homem que amou. O sangue a ensopar a neve. O escandaloso julgamento por homicídio. Os doze anos de tormento. A punição horrenda. Agora estava livre… livre para iniciar uma nova vida. Sozinha. Incógnita. A vida na pacata ilha de Heron’s Neck, ao largo da costa da Nova Inglaterra, era calma, até o terror começar. De novo. Alguém estava disposto a transformar a sua vida num pesadelo sem fim. Alguém queria ensinar-lhe que não havia refúgios nem fuga possível para o... imperdoável.Uma sinopse assim fez-me antever uma leitura envolvente e até compulsiva, mas não podia estar mais enganada.
Podia estar para aqui com imensos rodeios, mas basta dizer que é uma história fraquinha. A certa altura comecei mesmo a ler na diagonal para não desistir totalmente e foi com esforço que cheguei ao fim. Finda a leitura, ficou-me a questão: "É só isto? Bahhh..."
Lê-se, não é péssimo, mas é fraquinho, e a história tinha por onde dar muito mais.
Selo 2013 Literário
06 fevereiro 2013
A Alice do Sombra dos Livros e a JK do One Love, A Thousand Books tiveram a simpatia de vir visitar este cantinho e de me oferecer um selo literário que visa incentivar a leitura, mas que também me fará refletir sobre as leituras de 2012 e o que pretendo ler em 2013. Obrigada pela lembrança e pelo carinho, Alice e JK, e vamos a isto!
Regras:
1. Indicar no mínimo dois livros que gostei de ler em 2012 (sem limite máximo);
2. Indicar pelo menos três livros que desejo ler em 2013 (sem limite máximo);
3. Indicar o nome e o link de quem ofereceu o selo;
4. Oferecer o selo a mais 10 pessoas para dar sequência a este projecto de incentivo à leitura.
Quanto ao Ponto 1., em 2012 desleixei-me muito com as leituras e com o registo do que li, mas acho que li em 2012 os dois últimos de Camilla Läckberg, Ave de Mau Agoiro e Os Diários Secretos. Sendo assim, seria inevitável referi-los, pois é das minhas autoras contemporâneas preferidas. Estou ansiosa por rever o Patrick e a Erica (para quando, senhores da D. Quixote?)
Dos que cheguei a comentar aqui, tenho de salientar O Quarto de Jack... uma boa surpresa e um livrinho inesquecível.
Ocorreu-me agora outra preciosidade que li em 2012, um livro pequeno em tamanho, mas enorme em termos de conteúdo: Desconhecido Nesta Morada, de Kathrine Kressman Taylor. Neste, agradou-me tanto a temática (nazismo) como a estrutura (epistolar). Um dos títulos da defunta Gótica que eu considero merecer uma reedição.
Ahhh e li os dois primeiros livros de Anne Holt, Castigo e Crepúsculo em Oslo, e gostei muito. Foi uma boa surpresa também.
Ahhh e li os dois primeiros livros de Anne Holt, Castigo e Crepúsculo em Oslo, e gostei muito. Foi uma boa surpresa também.
Quanto ao Ponto 2., eu já sou perita em fazer planos de leitura e depois não cumprir nada, porque vou lendo conforme os livros "me chamam" da estante, mas este ano gostaria de regressar aos livros de Colleen McCullough, de iniciar a leitura da Trilogia O Século de Ken Follet, de voltar a ler Kate Morton e Anne Holt, de regressar a Mia Couto e, claro, de ler mais livros de Camilla Läckberg (se não forem editados entretanto por cá, leio em inglês...) Se ler estes autores que mencionei, é certo que terei um ano de muitoooo boas leituras.
Ponto 3. já está cumprido acima e quanto ao Ponto 4. parece-me que já venho tarde e que a maioria dos blogues literários já recebeu e respondeu a estas questões, mas quem passar por cá e ainda não tiver respondido, faça favor de levar o selinho e comentar aqui, para eu depois ir espreitar as vossas respostas :)
A Culpa é das Estrelas, John Green
05 fevereiro 2013

Apesar do milagre da medicina que fez diminuir o tumor que a atacara há alguns anos, Hazel nunca tinha conhecido outra situação que não a de doente terminal, sendo o capítulo final da sua vida parte integrante do seu diagnóstico. Mas com a chegada repentina ao Grupo de Apoio dos Miúdos com Cancro de uma atraente reviravolta de seu nome Augustus Waters, a história de Hazel vê-se agora prestes a ser completamente rescrita.
Geralmente, quando há uma febre literária relativamente a algum título, costumo evitar ler as opiniões inflamadas e adio a leitura até passar o auge do entusiasmo geral. Aconteceu isto neste caso, apesar de ser quase inevitável deparar com uma ou outra opinião entusiasta pela blogosfera aquando do lançamento deste livro.
A minha curiosidade acabou por levar-me a iniciar a leitura muito antes do esperava, com as expectativas ainda em bastante em alta. E expectativas em alta, em geral, é receita para o desastre... Neste caso, não o foi totalmente, mas esperava realmente algo de mais extraordinário e avassalador.
A minha experiência de leitura foi algo diferente da experiência da maioria dos leitores desta obra de John Green. Sim, houve momentos em que oscilei entre o sorriso e a lágrima quase a cair. A leitura foi fluida e envolvente, a Hazel Grace cativou-me logo e gostei de acompanhar o percurso dela (queria mais, até), mas não foi um livro absolutamente marcante. Gostei da forma como o autor aborda a doença, sobretudo através da Hazel Grace, com um certo humor e crueza, e foi isso que me fez continuar a leitura até final. No entanto, esperava mais, não o achei fabuloso, genial ou devastador, como foi adjetivado.
Achei simplesmente uma boa leitura, com personagens bem retratadas e uma forma relativamente diferente de abordar a doença e a vida. Gostava de me ter sentido mais tocada por este livro, mas como é dito recorrentemente ao longo da obra: "O mundo não é uma fábrica de desejos".
Resumindo, vale a pena ler, mas cuidado com as expectativas demasiado elevadas...
A minha experiência de leitura foi algo diferente da experiência da maioria dos leitores desta obra de John Green. Sim, houve momentos em que oscilei entre o sorriso e a lágrima quase a cair. A leitura foi fluida e envolvente, a Hazel Grace cativou-me logo e gostei de acompanhar o percurso dela (queria mais, até), mas não foi um livro absolutamente marcante. Gostei da forma como o autor aborda a doença, sobretudo através da Hazel Grace, com um certo humor e crueza, e foi isso que me fez continuar a leitura até final. No entanto, esperava mais, não o achei fabuloso, genial ou devastador, como foi adjetivado.
Achei simplesmente uma boa leitura, com personagens bem retratadas e uma forma relativamente diferente de abordar a doença e a vida. Gostava de me ter sentido mais tocada por este livro, mas como é dito recorrentemente ao longo da obra: "O mundo não é uma fábrica de desejos".
Resumindo, vale a pena ler, mas cuidado com as expectativas demasiado elevadas...
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