Passatempo "Beatriz e Virgílio", Yann Martel

30 junho 2010

Perante a chegada iminente de mais uma excelente novidade literária da Editorial Presença, associamo-nos de novo a esta editora para a realização de um passatempo que visa premiar um leitor com um exemplar do novo livro de Yann Martel, "Beatriz e Virgílio", a ser lançado dia 6 de Julho.
O passatempo decorrerá até dia 6 de Julho, às 23h59.
Para se candidatarem, basta enviarem a vossa morada e as respostas correctas às seguintes perguntas para
bibliomigalhas@gmail.com.
Cá vão então as perguntinhas...

1. Com que prémio foi contemplado Yann Martel em 2002?

2. Qual foi o primeiro livro de Martel a ser editado em Portugal?

3. Quem é o autor do conto que Henry encontra num sobrescrito?

Boa sorte a todos!

Regras

- Só serão validadas as participações com todas as respostas correctas e com os dados pessoais solicitados acima (a morada será enviada à editora para o envio do prémio).
- Só é válida uma participação por pessoa e residência.
- Só serão validadas as participações que chegarem à caixa de e-mail
BiblioMigalhas até às 23h59 de 6 de Julho.
- O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue.
- O vencedor será indicado no blogue e contactado por e-mail nos dias seguintes ao final do sorteio.
- O envio dos prémios será realizado pela editora, via CTT.
- O passatempo é válido apenas para residentes em Portugal Continental e Ilhas.

8 comentários:

Clube Dos Livros disse...

que belo passatempo :)

Lígia disse...

Obrigada!
Toca então a participar, pois parece-me que é mais um livro que vale a pena ;)

Marta disse...

Olá Ligia
Mais um passatempo magnifico para os teus seguidores. Obrigada e mais uma vez vou tentar a sorte.
Boas leituras, Beijinho

Paulo Almeida disse...

Magnifico passatempo!!

Miguel Oliveira disse...

Obrigado pelo passatempo :)

Lígia disse...

Muito obrigada a todos por participarem e pelos elogios, mas o crédito é todo para a Editorial Presença, pelo lançamento e pela iniciativa do passatempo ;)
Ah... e boa sorte!

Ines disse...

trocasdelivros.blogspot.com

Participa!

j maria castanho disse...

Décimo Oitavo Cálice

Quando até a literatura é estrangeira
Na regra dos noves fora mais antiga
É condição redobrada ser a primeira
A contar de quanto trauteio a cantiga
De ficar absorto a soletrá-la pertinaz
Já que o corpo por repouso tudo aceita
Incluindo ler, que só à mente deleita,
Seja a tarde longa e calma ou fugaz
Que sempre voará se no fazer apraz.

Medido o tempo por esta clepsidra
Onde cada segundo é uma frase lida
A pingar da pipeta do entendimento
Tece enredos quem só decepa a Hidra
Lhe sega as cabeças do medo à vida
Tira à serpente gigante o tormento
E lhe dá em troca o jeito sagaz melado
De um S com asas dito voo soletrado
E no sibilo de uma língua enrolado.

A primeira letra de um nome, portanto
Só anda repetido adiante, se avança
Revestido na aliança serena do canto
Em que o compasso é passo e balança
Braço dado fazendo do par a esperança
Deste Alentejo como um lamento cantado
Na sesta amena ao ritmo arado do beijo
Que é outro tanto do canto do S no desejo.

Boca a desenrolar-se é só mandorla da fé
Num zero que a cabala indica, mas que é
O seixo do ábaco se a unidade multiplica
Por dez, por cem, por mil e até o infinito
Estica, dando ao ver o que só se acredita
Existir, sendo esse anel o aro de espírito
Suficiente à matéria como forma de lente
Prà visão num oito alcançar o ponto fito
Que nunca é visto só pelo olhar da gente.

Quem já viu longe e para lá do horizonte
Que a eternidade tem por coisa tão certa
Como uma árvore, colina, rio, ou monte
Habitado por família unida, sã e desperta?
Então, esse sabe até reconhecer a aresta
Que há no distante Sol cuja seta acerta
Raio de alerta e sobre a alma o rio apresta
Ao tempo contínuo, sem fim, sólida ponte!

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